COVID-19 Máscaras

Hábito comum no Oriente, o uso de máscaras deverá ser incorporado aos nossos hábitos

Pelo que estamos acompanhando das orientações médicas, alinhado à OMS e estudos médicos sobre a eficácia/necessidade das máscaras, o Ministério da Saúde primeiramente pediu que não usássemos máscaras para que não faltassem aos profissionais da saúde enquanto EPI (equipamento de proteção individual). Como a indústria não tinha como prever essa força maior, não havia estoque neste momento inicial e, pelo motivo de não faltar ao profissional da saúde, pediram que só usassem as pessoas sintomáticas que precisassem se deslocar em urgência. Isso em uma primeira fase de quarentena em que a ordem é ficar em casa (isolamento social), já que o Brasil ainda não chegou ao pico. Outro motivo que alegaram é que o brasileiro não tem o hábito cultural de usar máscara e, com seu uso errado, perde-se a eficácia.

Agora temos o pedido para que usemos as máscaras caseiras, incluindo as pessoas assintomáticas, o que protegeria a si e ao outro. Ainda não há estoques suficientes das máscaras no mercado. O foco continua sendo os profissionais de saúde (tanto aquela mais simples como a N95). O próprio Ministério da Saúde passou a indicar a máscara caseira de pano. Esse pedido em um segundo momento fez com que nessa última semana várias iniciativas fossem tomadas: mulheres trabalhadoras informais realizando vendas (para renda) ou iniciativas voluntárias de produção (UFG Solidária e Grupo Mulheres do Brasil Goiás).

Dentro dessa perspectiva do uso de máscara, há a previsão dos estudos científicos das ondas de contaminação. Após o Brasil passar seu pico de contaminação, e a quarentena for flexibilizada, ainda não voltaremos ao normal quanto aos hábitos de prevenção e a indicação do chamado distanciamento social. A indicação é que incorporemos o hábito da máscara em virtude dessas ondas. Ou seja, como no Oriente, deveremos usar máscaras quando estivermos em público, ainda não sabendo se uso por todos ou certos grupos de pessoas. Nesse momento, como é incerto o do comportamento do vírus no Brasil, os protocolos de conduta vão ser orientados.

Para que obtenha a maior eficácia, é preciso ter atenção à confecção da máscara, seu uso e limpeza. A orientação médica nesse início de abril é para que todos utilizem a máscara quando da necessidade de descolamento. O uso da máscara caseira protege com eficácia de 70%, comparado a se não estivesse usando nada. Além de reduzir as chances de transmissão por parte de quem possui o vírus.

As medidas do pano são cerca de 20cm x 20cm, em algumas orientações que vi. Dois tecidos e um filtro no meio é a mais reforçada que vi. Uso por cerca de 2 horas. Cada um precisa fazer uma quantidade que dê pra semana. Higienização: 20 minutos de molho em água sanitária. Ao sair, leve mais de uma. E uma sacola para descartar as usadas.Há vários modelos na internet. Inclusive a dupla, com dois tecidos e um filtro entre os dois tecidos.

As máscaras de papel toalha, feltro de cozinha, e outras mais frágeis são soluções mais simples, para quem não fez a de pano. Isso leva em conta o acesso que as pessoas possuem a certos materiais.

REFERÊNCIAS:

https://www.istoedinheiro.com.br/mascara-caseira-ajuda-saiba-como-fazer-a-sua/

https://www.instagram.com/p/B-fscQ8JeP6/?igshid=1kdbmcosqahkd

https://twitter.com/AFPBrasil/status/1246203030648881152?s=19

Publicado por goiasorg

Portal do Terceiro Setor em Goiás.

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