Marcha das Vadias

Marcha das Vadias Goiás (2011-2015)

Em construção. Contato: contato@goias.org.br

Importante ressaltar que, embora tenham havido reuniões para articulações da Marcha das Vadias de Goiânia em 2016, esta acabou não ocorrendo devido a uma série de dificuldades, incluindo a de mobilização das militantes. Importante ainda ponderar que muitas delas já se encontravam sobrecarregadas neste ano com atividades políticas relacionadas à resistência frente a um cenário de crescente ameaça aos direitos humanos, trabalhistas e da população trabalhadora em geral, articulado em decorrência do golpe que culminou no impeachment da presidenta Dilma Rousseff em 2016. (Paula Nogueira Pires Batista, 2017)

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Tipo do documento: Dissertação
Título: “Nós comemos e regurgitamos”: feminismos transnacionais e coalizões potenciais a partir da marcha das vadias de Goiânia/GO
Título(s) alternativo(s): “We ate and regurgitated”: transnational feminisms and potential coalitions from slutwalk in Goiânia/GO
Autor: Batista, Paula Nogueira Pires
Currículo Lattes do Autor: http://lattes.cnpq.br/0827879058539898
Primeiro orientador: Henning , Carlos Eduardo
Currículo Lattes do primeiro orientador: http://lattes.cnpq.br/1405422535034318
Primeiro membro da banca: Henning, Carlos Eduardo
Segundo membro da banca: Facchini, Regina
Terceiro membro da banca: Dias, Luciene de Oliveira
Resumo: Este trabalho se propõe a pensar potencialidades de coalizões políticas feministas transnacionais a partir de experiência etnográfica realizada com enfoque na Marcha das Vadias da cidade de Goiânia/GO (MdV/GO) nos anos de 2014, 2015 e 2016. Para isto, parto da interpretação de que esta Marcha seria uma expressão “jovem” feminista contemporânea. As análises têm como proposta a interseccionalidade, ao levar em consideração os diferentes marcadores sociais da diferença que surgiram em campo, a exemplo de gênero, “raça”/cor, classe, sexualidade e idade/“geração”. Sendo assim, três grandes eixos de análise são pensados: 1) Fluxos transnacionais dos feminismos; 2) Interseccionalidade e questões étnico-raciais; 3) Diferenças geracionais e diferentes feminismos em jogo. Como possibilidade analítica, proponho a ideia de branquitude interseccional feminista, pensada a partir da racialização da experiência social branca em Marcha.
Abstract: This work aims to think about the potentialities of transnational feminist political coalitions based on ethnographic experience that focused on Slutwalk of the city of Goiânia / GO (“Marcha das Vadias” – MdV / GO) in the years 2014, 2015 and 2016. For this, I interpret that this March would be a contemporary “young” feminist expression. The analysis proposes intersectionality, taking into account the different social markers of difference that have emerged in the field, such as gender, “race” / color, class, sexuality and age / “generation”. Thus, three major axes of analysis are thought: 1) Transnational flows of feminisms; 2) Intersectionality and ethnic-racial issues; 3) Generational differences and different feminisms in play. As an analytical possibility, I propose the idea of ​​intersectional feminist whiteness, thought from the racialization of white social experience on the March.
Palavras-chave: Marcha das vadias
Feminismos em Goiás
Feminismos transnacionais
Branquitude
Feminismo interseccional
Slutwalk
Feminisms in Goias
Transnational feminisms
Whiteness
Interseccional feminism
Área(s) do CNPq: CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal de Goiás
Sigla da instituição: UFG
Departamento: Faculdade de Ciências Sociais – FCS (RG)
Programa: Programa de Pós-graduação em Antropologia Social (FCS)
Citação: BATISTA, Paula Nogueira Pires. “Nós comemos e regurgitamos”: feminismos transnacionais e coalizões potenciais a partir da marcha das vadias de Goiânia/GO. 2017. 162 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2017.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Endereço da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
URI: http://repositorio.bc.ufg.br/tede/handle/tede/8217
Data de defesa: 18-Set-2017
Aparece nas coleções: Mestrado em Antropologia Social (FCS)

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